terça-feira, 7 de junho de 2011

Desculpe – me, mas a minha criação foi outra.


  Não é de hoje que ouvimos a frase “sociedade contemporânea”, contudo é valido lembrar o que seria contemporâneidade? Tempo, o período atual em que vivemos; pois bem a partir daí segue minha narrativa. Hoje ouvir uma frase celebre: “é normal os adolescentes entrar no mercadinho e praticar pequenos furtos”; ( pasmem, pois eu fiquei pasma)  é normal o que? Ser delinquente? Rebelde sem causa? Não ter uma educação familiar? Não ter noção de  certo e errado? Viver perigosamente? ; varias perguntas são feitas ao se ouvir tal absurdo.
  O que essa nova geração estar aprendendo? Sinceramente eu tenho minhas ressalvas se é que estão aprendendo alguma coisa, e se estão, devem estar fazendo tudo ao contrario. Falar de educação familiar é complicado, a quem diga educação é de berço, ou tem ou não tem;  por exemplo, o carácter, pode ser moldado de acordo com o ambiente em que vivemos ou com as pessoas com as quais nos relacionamos?.  Deixarei essa pergunta em aberto.
  Eu sou do tempo da palmada, sim a boa e velha palmada, a famosa palmatória, aquela só de imaginar agente já tremia, era apelidada carinhosamente de “carinhosa”, lógico que pela matriarca da minha família, essa pratica educacional é vista pelos deputados como uma ofensa ao Estatuto da criança e do adolescente, eu nunca morri, meus irmão tão pouco, minha mãe vivinha da silva  e assim foi a geração da minha mãe, avô, bisâ, etc... O Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, discorda piamente dessa conduta, eu gostaria de perguntar a ela se ela nunca levou umas palmadas, e se as levou se isso atrapalhou no desenvolvimento dela de alguma forma; contudo isso não é possível pelo menos no presente momento; eu sou super a favor se você que é mãe não pode bater, quem é que vai poder?
      A grande questão a meu ver é inversão de valores, o certo virou o errado e vice-versa.  Onde e aonde iremos chegar com essa conduta, muitas vezes o dialogo é a melhor saída, entretanto se não houver alternativa uma boa palmada nunca matou e nunca matará ninguém.


Obs.: fica aqui registrado uma opinião a respeito das palmadas educativas, pois agressão, mau tratos  é e são outra coisa. 



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