Sinopse:
A tempos quem na sessão da tarde não passava um filme tão emocionante, o filme fala de determinação, coragem, medo, sonhos , promessas, superação, amor a pátria, amor e amizade.
Em algumas cenas meus olhos encheram de lágrimas, sem dúvidas um belo filme estrelado por tom Hanks.
Tom Hanks é Viktor Navorski, um filho faz uma promessa para seu pai, ir a New York, o que era pra ser fácil se torna uma verdadeira catástrofe, em quanto voava de Krakozhia para nova York, seu pais sofre um golpe de estado, e deixa de existir para os estados unidos, perdendo seu direito como nação, então Victor tem seu passaporte negado, ele não pode voltar para sua terra e não pode entrar no estados unidos, então ai começa as aventuras de Victor, ele vive dentro do aeroporto até seu pais ser reconhecido novamente pelo EUA...
No aeroporto ele descobre o verdadeiro significado da palavra amizade, e do amor, doar sem pedir nada em troca, ele passa quase um ano vivendo dentre do aeroporto, e enfim quando a guerra termina, ele pode cumprir sua promessa, porém Victor tem que vencer mas uma batalha o diretor do aeroporto o ameaça então ele desistir de entrar em nova York, mas não é desse jeito que o filme termina, não deixem de assistir.!!!!!!
" levarei comigo as melhores recordações de ti"
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Lembranças
A espera de um telefonema, uma voz no ouvido.. um abraço que não veio, um cheiro que não sinto mas .A espera, assim tem sido, espero, espero, até quando? NÃO SEI, até quando vou sentir esse aperto, essa angustia, por que essa lembrança cisma em me perseguir? tudo me lembra você, até parece música, quem dera que tudo fosse música... por que me permitir passar por isso? lembro de tudo, do primeiro beijo, cheio de desejo, vontade, será que teve amor? não tenho essa resposta.. queria ter. lembro do iniciar da noite na pracinha lembra? claro que não lembra, era tudo ilusão, minha ilusão..
A sensação é ruim... dar uma tristeza, hoje cheguei da aula de dança, e quando entrei em casa não tinha pra quem ligar, queria uma voz, me perguntado se estava bem, e não a tive, que tola. minha catapora. a tive, não dizem que catapora se tem pequeno pra quando estiver grande ela não te matar, pois bem tive minha catapora.. disso não morro mas. será? a quem diga que ninguém entra no mesmo rio duas vez, aguas nunca são as mesmas, por que as pessoas tem que ser? talvez não as seja. Que malditas lembranças... e a alfazema? gosto do cheiro, lembro dele na cama, um cheiro gostoso. e essa dor, só de pensar me doi, tento afogar suas lembranças, são mas fortes que eu. o problema não é cair, é não conseguir me levantar, fingir que estou bem, que nada me atinge, segurar a lágrima que teima em cair, a troco de quer? e você nem lembra..
Troquei o chip, agora sei que não ligara. A quem quero enganar, fico ansiosa a cada ligação, gosto de imagina que pode ser você. Escuto incansavel-mente a musica de djavan "Sabes mentir Hoje sei que tu sabes fingir Um falso amor Abrigaste em meu coração Sempre a iludir Tu falavas com tanto ardor Dessa paixão Que dizia sentir".. vai passar, tem dias que não lembro, esquecerei isso eu garanto, quando? não sei.. quando souber posto a resposta. no mas precisava falar, ja estava sufocada.. obrigada. .......
domingo, 26 de junho de 2011
The Book of Love ( Peter Gabriel )
The book of love is long and boring
No one can lift the damn thing
It's full of charts and facts and figures
And instructions for dancing
But I
I love it when you read to me
And you
You can read me anything
The book of love has music in it
In fact, that's where music comes from
Some of it is just transcendental
Some of it is just really dumb
But I
I love it when you sing to me
And you
You can sing me anything
The book of love is long and boring
And written very long ago
It's full of flowers and heart-shaped boxes
And things we're all too young to know
But I
I love it when you give me things
And you
You ought to give me wedding rings
And I
I love it when you give me things
And you
You ought to give me wedding rings
You ought to give me wedding rings
terça-feira, 7 de junho de 2011
Desculpe – me, mas a minha criação foi outra.
Não é de hoje que ouvimos a frase “sociedade contemporânea”, contudo é valido lembrar o que seria contemporâneidade? Tempo, o período atual em que vivemos; pois bem a partir daí segue minha narrativa. Hoje ouvir uma frase celebre: “é normal os adolescentes entrar no mercadinho e praticar pequenos furtos”; ( pasmem, pois eu fiquei pasma) é normal o que? Ser delinquente? Rebelde sem causa? Não ter uma educação familiar? Não ter noção de certo e errado? Viver perigosamente? ; varias perguntas são feitas ao se ouvir tal absurdo.
O que essa nova geração estar aprendendo? Sinceramente eu tenho minhas ressalvas se é que estão aprendendo alguma coisa, e se estão, devem estar fazendo tudo ao contrario. Falar de educação familiar é complicado, a quem diga educação é de berço, ou tem ou não tem; por exemplo, o carácter, pode ser moldado de acordo com o ambiente em que vivemos ou com as pessoas com as quais nos relacionamos?. Deixarei essa pergunta em aberto.
Eu sou do tempo da palmada, sim a boa e velha palmada, a famosa palmatória, aquela só de imaginar agente já tremia, era apelidada carinhosamente de “carinhosa”, lógico que pela matriarca da minha família, essa pratica educacional é vista pelos deputados como uma ofensa ao Estatuto da criança e do adolescente, eu nunca morri, meus irmão tão pouco, minha mãe vivinha da silva e assim foi a geração da minha mãe, avô, bisâ, etc... O Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, discorda piamente dessa conduta, eu gostaria de perguntar a ela se ela nunca levou umas palmadas, e se as levou se isso atrapalhou no desenvolvimento dela de alguma forma; contudo isso não é possível pelo menos no presente momento; eu sou super a favor se você que é mãe não pode bater, quem é que vai poder?
A grande questão a meu ver é inversão de valores, o certo virou o errado e vice-versa. Onde e aonde iremos chegar com essa conduta, muitas vezes o dialogo é a melhor saída, entretanto se não houver alternativa uma boa palmada nunca matou e nunca matará ninguém.
Obs.: fica aqui registrado uma opinião a respeito das palmadas educativas, pois agressão, mau tratos é e são outra coisa.
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